Anúncios produzem conteúdo 182 vezes mais malicioso que sites de pornografia, diz Cisco

Você corre mais riscos online do que pensava. Mudar a cor do layout do facebook talvez seja apenas uma das formas mais explícitas de ser um potencial alvo de hackers na internet. Essa é uma das conclusões do relatório anual de segurança da Cisco, divulgado nesta semana.

Segundo o relatório, "a maior concentração de ameaças à segurança online não têm como alvo sites de pornografia, farmacêuticos ou de jogos tanto quanto visam páginas legítimas, visitadas pelo grande público, como sites de busca, compras online e redes sociais".

Anúncios, onipresentes na Web, são 182 vezes mais passíveis de produzir conteúdo malicioso que sites de pornografia, acrescentou o relatório. Na verdade, a publicidade arbitrária, também conhecida como "malvertising" (malware + advertising), desempenhou um papel importante no cenário de ameaças online em 2012 – mais do que em 2011, disse a Cisco.

O que faz o malvertising particularmente nocivo é que ele pode enviar malwares para o visitante, sem qualquer interação com o anúncio em si.

O relatório da Cisco observou que um dos maiores desafios para qualquer empresa é lidar com um mundo "any-to-any" (conectividade entre dois ou mais pontos, independente de suas características individuais). "O cerne da questão any-to-any é: estamos atingindo rapidamente o ponto em que é cada vez menos provável que um usuário acesse um negócio por meio de uma rede corporativa", afirmou o vice-presidente sênior do grupo de segurança da Cisco, Chris Young, no relatório.

Enquanto esse desenvolvimento é esperado, as empresas podem continuar despreparadas em se tratando de segurança. Especialistas recomendam que uma das medidas para que as empresas e mesmo os usuários comuns diminuam um pouco os riscos é de sempre manter softwares atulizados.

Com informações do IDGNOW!

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